quinta-feira, setembro 15, 2011
sábado, agosto 20, 2011
Especialíssima
E desde então és
sou e somos...
E por amor
Serei... Serás...Seremos..."
Momento Musical V
Trilha sonora do Apocalyptica
quinta-feira, agosto 18, 2011
Carrazêra
Para coroar a ode e o ludismo a esta terra reproduzo dois vídeos achados na net sobre. Não são do meu tempo, mas no de minha mãe. O primeiro mostra a tradicional feira livre, que assim como as praças e o campo se constitui num lugar de convivência social e ambiental. Trilha sonora do Tocaia, grupo nascido neste meio todo. Na sequência um vídeo panoramizando a cidade através do Cristo e closes em alguns outros cartões postais da cidade. A trilha é feita por uma fanfarra, que bem poderia ter sido a tradiconal Orquestra Santa Cecília.
quarta-feira, agosto 17, 2011
Com a palavra (I)... Marcelo Nova
Eis que abaixo reproduzo, então, entrevista realizada com um de meus ídolos da adolescência: Marcelo Nova, líder da célebre banda baiana Camisa de Vênus. Detenho predisposição à figura do cara rabugento, ácido - do verdadeiro chato de galochas, aliado à veia do Rock'n'Roll agressivo, contestador (de qualquer coisa que for... qualquer uma). Paro pra ouvir esses caras porque sempre se há algo de valioso. São verdadeiras relíquias que guardo cá comigo. Os mais chegados não se encabulem caso percebam algo que veio daí ou de outras falas. É mais que normal incorporá-las. Por isso sempre soou-me estranho quando pessoas falarm em autosuficiência ou congêneres. Coisas do tipo "eu, eu mesmo, somente eu". Pior, "descobri sozinho".
Sobre o fato do primeiro da lista ser o Marcelo Nova, remonto ao que disse no parágrafo anterior. Não há hierarquia ou qualquer tipo de sequência (cronológica, linhas de pensamento...). A coisa desenvolver-se-á meio que anárquica mesmo, como nosso guru abaixo.
COM A PALAVRA, Reverendo (pelo menos pra mim e pro Chorão, do Charlie Brown Junior Marcelo Nova:
Levante Sua Voz
Objetivo, claro e acessível...
Intervozes - Levante sua voz from Pedro Ekman on Vimeo.
Créditos:
Roteiro, direção e edição: Pedro Ekman
Produção executiva e produção de elenco: Daniele Ricieri
Direção de Fotografia e câmera: Thomas Miguez
Direção de Arte: Anna Luiza Marques
Produção de Locação: Diogo Moyses
Produção de Arte: Bia Barbosa
Pesquisa de imagens: Miriam Duenhas
Pesquisa de vídeos: Natália Rodrigues
Animações: Pedro Ekman
Voz: José Rubens Chachá
terça-feira, julho 12, 2011
Mês dos Rocks
A despeito da ausência neste espaço, não poderia deixar de registrar três fatos ocorridos neste mês - julho. O primeiro é que amanhã comemoraremos mais um DIA MUNDIAL DO ROCK. Verdade que temos 'uma ruma' de dias dedicados ao Rock'n'Roll, mas não deixemos de lembrar este. O 13 de julho faz alusão ao festival Live Aid, realizado pelo ator e músico Bob Geldolf em 1985 para angariar recursos e utilizá-los no combate à fome na África.Nosso terceiro fato que merece registro trata-se do show do
Pouca Vogal a ser realizado hoje à noite no Crato-CE. Já me reportei sobre os caras em postagem anterior, mas vamos lá. Trata-se de um projeto pensado e realizado pelo Humberto Gessinger (dos Engenheiros do Hawaii) e o Duca Leindecker (do Cidadão Quem). A banda auto conceituada como "a menor banda do rock gaúcho" é formada em Power Duo (Gessinger + Leindecker) com os caras se revezando em diversos instrumentos ao mesmo tempo, utilizando-se dos pés (!), inclusive. O PV com certeza é uma ótima pedida.É isso.
segunda-feira, maio 16, 2011
Momento Musical IV
domingo, maio 08, 2011
Dia das Mães 2011

Flor Mamãe
(Ângela Maria)
Andei por todos os jardins,
Procurando uma flor pra te ofertar,
Em lugar algum eu encontrei,
A flor perfeita pra te dar,
Ninguém sabia onde estava,
Esta flor, mimosa perfeição,
Ela se chama flor mamãe,
E só nasce no jardim do coração.
Enfeita nosso sonho,
Perfuma nossa ilusão,
Flor divina eu suponho,
Faz milagres em oração,
Neste dia de carinho,
Quero senti-la no peito,
Inebriando minha alma,
Flor mamãe.
Enfeita nosso sonho,
Perfuma nossa ilusão,
Flor divina eu suponho,
Faz milagres em oração,
Neste dia de carinho,
Quero senti-la no peito,
Inebriando minha alma,
Flor mamãe....
sexta-feira, maio 06, 2011
quinta-feira, abril 21, 2011
Momento Humor I
Forró, plásticos e afins...
Ao limiar de um novo governo por estas bandas, vi com bons olhos a indicação do Chico César para responśavel por uma Secretaria emergente na PB, a de CULTURA. Referendado por uma administração que me pareceu decente na FUNJOPE (Fundação de Cultura de João Pessoa), uma já antiga percepção do que significa cultura e seu fomento, e, trazendo para uma questão bem local nossa, a solidariedade refletida em sua apresentação GRATUITA (coisa difícil em eventos longe, mas longe mesmo, do mainstream) para um evento beneficente (pra angariar grana pra reconstrução da sede da CPT de Cajazeiras), o Chico tinha todos os motivos pra ganhar minha credibilidade. Partindo dessa premissa, devemos, porém, analisar criticamente os serviços por ele prestados. Em se tratando de governos devemos tratar bem as tais "pulgas atrás da orelha". Num desses serviços meus olhos encheram-se, levando-se em conta os dias desleais aos quais vivemos: Suas últimas declarações. Dizia ele que o Estado não iria financiar cachês de bandas de "forró de plástico" (de forró isso não tem nada - já me posicionei sobre esse rótulo numa ocasião ou outra) pra esse São João. Sem querer entrar no mérito da "psicanálise" que isso se tornou na mídia, o sr. Secretário honra os valores de uma festa TÍPICA, tradicional e de resgate de uma identidade. Pronto! Por si só, isso LEGITIMA a postura do ente público numa pasta com a alcunha de Cultura. Como se não bastasse, existe ainda um MARCO LEGAL, a lei estadual 9.027/2009 que dispõe sobre o patrocínio do Estado nas festas juninas. Acompanhando o twitter, tem gente metida a "entendida" do Direito que quer enfiar "entendimentos" pra justificar o financiamento ao plástico, ao código de barras, no forró. Gente, qualquer iniciante na música sabe que o único vínculo dessas PORCARIAS (e isso eu posso falar, já que não ocupo posição de destaque em canto nenhum, hehe) com o forró é o espectro econômico/midiático. Este tipo de "música" é muito mais ligado ao histórico processo de (des)desenvolvimento da música Pop que qualquer outra coisa. Tem muita gente ganhando dinheiro com isso (empresários, políticos e alguns babões de plantão...). É um negócio da China, fato. O cara agencia uma banda em um evento, o poder público garante o negócio, a iniciativa privada patrocina pois é certeza de casa cheia e seu consequente retorno, e todo o lucro recorrente se dá de forma tripla, quadruplicada. E não pensem os senhores e as senhoras que são pequenas as cifras. E dinheiro demais, homi! É todo um complexo do entretenimento que sofre a paulada. E aí está a ira. Já pensou em perder a boquinha?! Quem não está aí categorizado revolta-se de forma ingênua, no mínimo. Melhor do que procurar definir o que seja ou não forró, é enxergar politicamente o que significa este "não apoio" do governo. A festividade junina não é simplesmente uma forma de música, um show, mas um modus vivendi cultural, formas de vivência e convivência num grupo social. E ao que me consta, isso não siginifica fazer a "dança da rã"... Pergunto a todos/as? Onde vocês enxergam valorização cultural nisso aí?
E se alguém ainda queira insistir, posso até desistir da perspectiva e inscrever o Arlequim Rock'n'Roll Band no Xamegão de Cajazeiras 2011 e pleitear um cachê de 80 mil reais, já que ninguém delimitou o que é ou não forró autêntico... Tenha paciência...
Rogo para que o governo sustente essa medida. Parabéns pela coragem! Sinto-me contemplado...
Me recusei a entrar na seara do significado cultural e educacional dos tais plásticos por receio de ser fatiado em 313843843664133 pedaços por um bando de ferormônios ambulantes que transladam livremente por aí...
PS - Nota explicativa do homem sobre o ocorrido.
quinta-feira, março 10, 2011
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
O Último dos Moicanos: Vídeo da Nasa mostra Sol em 3D
domingo, janeiro 23, 2011
Utilidade Pública I
http://www.blogmidia8.com/2010/09/36-livros-sobre-midias-sociais.html
Dos 227 livros disponíveis, 110 são em língua Portuguesa. Mesmo que não seja para estudo profissional, formação acadêmica e tudo o que isso implica, vale enquanto estratégia de vivência (recuso a alcunha de "sobrevivência") naquilo que convencionou-se chamar de "aldeia global".
Deleitem-se.
Abraços.
PS¹ - Inauguro com este post o MOMENTO UTILIDADE PÚBLICA. São coisas que serão disponibilizadas à medida que vou recebendo de maneiras diversas, considerando a disponibilidade de tempo deste paupérrimo rabiscador.
PS² - Aproveitando a deixa, PARABENIZO, nas figuras de Daniela Mesquita, Juliana Albuquerque e Nice "Gothic", todas e todos que lograram êxito no último vestibular. Tenho certeza absoluta que suas presenças honram, humanizam e militam o conhecimento acumulado da humanidade, sistematizado pela/na Universidade, na esperança de construção de uma "aldeia" mais decente. Antes disso, a velha comemoração é de lei. Tou escalado!
quinta-feira, dezembro 30, 2010
Entre Natal e Reveillon
Pense numa indefinição danada! Porém, não poderia ser diferente. Quem costuma pensar e possui o verme da inquietude age assim mesmo. Sigamos! Isto nos reafirma enquanto seres humanos.
Que 2011 seja um ano de conquistas e superações de limites. Paz (buscada, lutada) e bem a todos e a todas! Isso é amor...
Utopia
Que aflore em mim
Meu lado oculto, sem medo dos riscos
Sem receios
Que venham a mim
Os devaneios proibidos dos loucos varridos
Cuspidos em sons
Que eu não me cale
Perante o riso espúrio dos párias
Entediados
De olhos vidrados
Narcotizados pela ignorância imersos no ócio
Crucificados
Que eu não fraqueje
Me chamem herege mas prefiro crer
No amor
Pois até a dor
Bem pode ser a negação do fim, enquanto restar o sonho
O sonho...
Que do meu tédio
Brotem demônios
A me inspirar formas de tentações
Eu quero o grito, o acorde maldito
Fluindo denso em indigestas porções
Pois sou um cão
Eu sou um cão vadio
Ladrando insone, reclamando do frio
Eu sou assim
Eu sou assim...Êh
Porque ainda não me rendi
Porque ainda não me vendi
Porque ainda não abri mão
Do sonho... Do sonho
quinta-feira, dezembro 02, 2010
Dia Nacional do Samba
Lembro-me dos tempos de criança (isso passou?! bom.. quer dizer... digo...) em Mauá, Sampa. Consegui contemporaneizar com os redutos da velha guarda de lá. (será que ainda existem?! Pouquíssimos, mas existem...). A Paulicéia tem um charme todo característico, romantizado pelas vielas da paisagem... Brás, Bexiga, Ipiranga, o louco ABCDM, etc.Meu pai gostava dum sambinha e, enquanto este jovem rapaz ficava nos percalços do velho mendigando uma 'prata' p'rum fliperama - Street Fighter 2, hehehe ; sentado à mesa dum bar, desfilavam pagodes daqueles legítimos, com 'sustança', honestos, e acima de tudo, a coisa mais linda do mundo de se ouvir. Sei que não precisava, mas... NÃO CONFUNDIR COM ESSA PORCARIA MELOSA PLASTIFICADA ABSURDAMENTE CHAMADA DE PAGODE... Aqueles do Domingo legal e congêneres). Coisa bonita é um cavaco chorando um lamento daqueles do Adoniran, as percussões diversas acompanhando na medida e os incrementos característicos dos bares: caixas COM fósforos, etc.
Belas e impagáveis lembranças...
terça-feira, novembro 02, 2010
Saco cheio
O blog anda meio desatualizado. A rotina vem sendo sufocante... deu uma trégua neste feriadão (a despeito do rojão das eleições - acompanhei sem militância, diga-se de passagem). Enquanto isso vou atualizando o twitter devagar... é só sacar ao lado.
segunda-feira, novembro 01, 2010
Futuro

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quarta-feira, setembro 22, 2010
Luto... Paccelli
eterno professor, parceiro de banda, de humanismo, companheiro dos bares da vida. Ur irmão de copo e de cruz, como sempre dizia. De todo o ensinamento musical, da experiência de vida, dos ensaios sempre taxados de "muito produtivo.. muito produtivo", quanto se bebia uma garrafa de café inteira conversando, além dos benditos repertórios, sobre a vida, sobre o futuro, as angústias e a força e o conselho que sempre cada um dava quando necessário. Este blog, inclusive, nasceu da peleja dele: "Diegão, pô... tu tem entrar na blogosfera... tu tem de entrar na blogosfera... cara". Devo muito do que aprendi a esse cara. Dívida impagável, mesmo.Um cara que dedicou a vida a cuidar dos seus entes queridos. Sua mãe, sua heroína, D. Dione, que faleu há um tempo, verdadeira espinha dorsal dele. Depois de sua tia-avó, praticamente outra mãe, que trouxe a Cajazeiras, inclusive, para passar seus últimos dias. Um exemplo que devemos guardar conosco.
Conversávamos sobre muitos projetos de vida. Tínhamos um em comum: O Arlequim Rock'n'Roll Band. A banda nasceu nos corredores da UFCG, mais precisamente no antigo trailler do seu Chico, no largão da biblioteca, colada ao setor administrativo. Muito falávamos e imaginávamos a logística da coisa. Uma característica muito pecualiar do homem era justamente a disciplina com a operacionalização do projeto. "Pense num trabalho da porra que é se divertir", dizia. Tudo devia estar nos devidos lugares pro avião decolar. E não é que vingou? Já se vão quase 5 anos de "muita doidera" (como o amigo mesmo dizia).
Reproduzo abaixo um poema a qual não conheço outra pessoa que melhor se identifique nele. É provavalmente um dos seus prediletos:
(Máximo Gorki)
O vento reúne
Pesadas nuvens.
Semelhante a um raio negro,
Entre as nuvens e o mar,
Paira orgulhoso o albatroz,
Mensageiro da tempestade.
E ora são as asas tocando as ondas,
Ora é uma flecha rasgando as nuvens,
Ele grita.
E as nuvens escutam a alegria
No ousado grito do pássaro.
Nesse grito - sede de tempestade!
Nesse grito - as nuvens escutam a fúria,
A chama da paixão,
A confiança na Vitória.
As gaivotas gemem diante da tempestade,
Gemem e lançam-se ao mar,
Para lá no fundo esconderem
O pavor da tempestade.
E os mergulhões também gemem.
A eles, mergulhões,
É inacessível a delícia da luta pela vida:
O barulho do trovão os amedronta...
O tolo pingüim, timidamente
Esconde seu corpo obeso entre as rochas...
Apenas o orgulhoso albatroz voa,
Ousado e livre sobre a espuma cinzenta do mar.
Tonitroa o trovão.
As ondas gemem na espuma da fúria.
E discutem com o vento.
Eis que o vento
Abraça uma porção de ondas
Com força e lança-as
Com maldade selvagem nas rochas,
Espalhando-as como a poeira,
Respingando uma noite de esmeraldas.
O albatroz paira a gritar
Como um raio negro,
Rompendo as nuvens como uma flecha,
Levantando espuma com suas asas.
Ei-lo voando rápido como um demônio;
Orgulhoso e negro demônio da tempestade;
Ri das nuvens, soluça de alegria!
Ele - sensível demônio -
Há muito vem escutando
Cansaço na fúria do trovão.
Tem certeza de que as nuvens não escondem,
Não, não escondem...
Uiva o vento... Ribomba o trovão...
Sobre o abismo do mar,
Um monte de nuvens pesadas
Brilham como centelhas.
O mar pega as flechas de relâmpagos
E as apaga em sua voragem.
Parecem cobras de fogo.
Os reflexos desses raios,
Rastejando sobre o mar e desaparecendo.
_ Tempestade!
Breve rebentará a tempestade!
Esse corajoso albatroz
Paira altivo entre os raios
E sobre o mar furiosamente urrando
Então grita o profeta da Vitória:
QUE MAIS FORTE ARREBENTE A TEMPESTADE!"
O grande palco da vida ficará mais sem graça.
Do eterno amigo...
Diego Nogueira

